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sábado, 8 de janeiro de 2011

Glass Palace

Recordo-me perfeitamente da minha professora de educação visual do 7º ano mandar um grande raspanete a uma colega minha, por ela lhe ter dito que não gostava do nome que tinha. Na altura, a justificação da professora assentava na ideia de que todos os nomes escolhidos e dados às pessoas tinham uma razão inexplicável de ser, e que mais cedo ou mais tarde todas as pessoas acabam por gostar muito e, acima de tudo, ter cara do nome que têm.
Ora eu nunca acreditei muito naquela teoria, embora até concorde que mais cedo ou mais tarde as pessoas acabem por gostar muito do nome que têm. No entanto, não deixa de ser irónico, como é por exemplo o caso comprovado do Carlos Castro hoje, o nome que certas pessoas têm desde que nasceram...

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