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quarta-feira, 3 de março de 2010

Primary colours

O pequeno Onoma, filho de gregos, era muito irrequieto e traquinas. Certo dia, na escola, esteve cerca de 27 minutos a cutucar a Andreia para ela lhe emprestar a caneta mágica que ela guardava sempre no estojo. Ao vigésimo oitavo minuto, no preciso momento em que a Andreia se vira para trás e dá um safanão ao Onoma, a fim de expressar o seu desagrado pela forma como ele anunciava o seu desiderato, ouve-se do fundo da sala o professor dizer: ...ONOMA-TOPEIA. Sem conseguir olhar para o pedagogo, convencido que ele o tinha apanhado a maçar a colega da frente, corou de susto, saiu disparado da sala, e desenvolveu uma gaguez que perdura até aos dias de hoje...

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