• FIM
  • R.I.P

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Tout l'amour

Nunca consigo resistir,
quando me tentas através de um pequeno psiu
Sempre que passas por mim e te vais despindo a caminho do quarto
O que tenho na cabeça parece fugir,
e não sendo preciso nem mais um piu
Em silêncio ficamos assim, como se nenhum de nós estivesse já farto
Lentamente trocamos fluidos, carícias,
à medida que respiração vai ficando ofegante
Bem a meio perguntas-me com toda a malícia,
se a dor de cabeça que eu dizia que tinha não era afinal dilacerante
Resvalo em ti, quando tento chegar à mesa-de-cabeceira
com o intuito de tomar um comprimido para a dor de cabeça
O que é que queres daí, indagaste meio sobranceira
enquanto eu caía, desprotegido, respondendo ora essa!
Acerto em cheio com o cotovelo no teu baixo-ventre
que se encontrava húmido devido ao calor que se fazia sentir
e o teu repentino reflexo, uma murraça em cheio nos meus dentes,
parte-os de imediato, ficando agora com forma de menir
O Aiii que gritas cruza-se no éter com o meu foda-se sofrido
Doridos, misturamos os nossos corpos nus num misto de dor e sangue
Por momentos hesitas, mas a seguir segredas-me ao ouvido
antes partir uns dentes tortos, que lixar-te de vez, a glande

2 comentários:

HR disse...

LOL. Do mal o menos! :)

joaninha versus escaravelho disse...

Isso chama-se Amor! :D